VEREADOR CRISTIANO DANTAS É FAVORITO ENTRE OS INTERNAUTAS COM 54,8% DOS VOTOS

O vereador Cristiano Dantas é escolhido pelo os internautas com 54,8% dos votos, em segundo colocado está o vereador Marcíllio Ferraz e logo atrás vem o Vereado Didi de Quitimbu em terceiro.
A enquete foi gerada no nosso Blog em 15 de Dezembro de 2017 e apurado o resultado no dia 01/01/2018, a enquete foi divulgada em todas as redes sociais Facebook, WhatsApp e Instagram, a mesma foi criado com o objetivo de saber qual foi o melhor vereador do exercício de 2017.

Na enquete teve Vereador(a) que nem um voto se quer recebeu, que são eles: Nidinho de Biu, Nita Barreto, Rony Barbalho e Yolanda de Alzira. Mais isso já é visto pela a maioria da Sociedade, pois esses que não receberam nenhum voto estão todos escondidos diante a sociedade por defenderem um péssimo Executivo que se chama o Prefeito Manuca, mais a sociedade está de olho.

ABAIXO SEGUE A COLOCAÇÃO EM PORCENTAGEM DO RESULTADO DA ENQUETE:

  • 1 – Vereador Cristiano Dantas (PTB) – 54,8%
  • 2 – Vereador Marcillio Ferraz (PP)  – 30,9%
  • 3 – Vereadora Didi de Quitimbu (PTB) – 4,7%
  • 4 – Ver. Vereador Neguinho (PSD) – 3,6%
  • 5 – Vereador Gilberto de Belchior (PRP) – 2,4%
  • 6 – Vereador Joãzito Moura (PTB) – 2,4%
  • 7 – Vereadora Dra. Anne (SD) – 1,2%
  • 8 – Vereador Nidinho de Biu (PSD) – 0%
  • 9 – Vereadora Nita Barreto (PSB) – 0%
  • 10 – Ver. Yolanda de Alzira (PSB) – 0%
  • 11 – Ver. Rony Barbalho (PC do B) – 0%

O prefeito de Custódia faltou com a verdade e os diretores de departamento agradecem

O vereador Cristiano Dantas mais uma vez usa sua página no Facebook para alertar a população sobre os desmandos administrativos que acontece no município. segundo Cristiano o prefeito de Custódia em entrevista na Rádio, no mês de outubro de 2017, falou em redução de salários dos comissionados e que havia afastado todos os Diretores de Departamento, ou seja, iriam ficar sem salário mês de novembro e dezembro.

Segundo ainda o parlamentar, foi um tentativa de acalmar os professores e contratados que estavam sendo acusados pelo aumento da folha. Os contratados sofrendo atrasos no pagamento e os professores uma dura mudança do Plano de Carreira.

Mas, como sempre, o prefeito estava de “mentirinha”! Pagou o mês de novembro integral aos Diretores e houve até quem recebesse com gratificação, destacou o vereador.

Para conferir a remuneração dos funcionários municipais acesse este link.

Confiram no: http://www.transparencianomunicipio.com.br/portal/v81/fol_folha_pagamento/fol_folha_pagamento.php

VEREADOR CRISTIANO DANTAS FALA SOBRE A SUA ATUAÇÃO NA CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE CUSTÓDIA, EM 2017.

  •  – CRISTIANO DANTAS:

    NOSSO MANDATO – ATUAÇÃO NA CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE CUSTÓDIA, EM 2017

Aqui irei fazer um resumo de minha atuação no Legislativo, mostrando as principais proposições e nossa linha de trabalho em 2017.

Fui escolhido pelos demais Vereadores para presidir a Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final da Câmara. Como Presidente, destaco nosso trabalho nos debates do Projeto de Lei que modificou o Plano de Carreira dos servidores, onde por várias vezes dei espaço aos representantes dos servidores, para participarem das discussões.

 

 

 

Em minha atuação como Vereador, desde o primeiro dia de mandato estou ao lado do Povo. Respondendo as demandas da população através de indicações ao prefeito e requerimentos às autoridades competentes. Nunca fugi ao debate de ideias, fiscalizei, denunciei, quando necessário, representei ao TCE e ao Ministério Publico as ilegalidades praticadas pelo Executivo Municipal.

 

 

 

Acionamos o Ministério Publico para que o prefeito priorize o pagamento dos aposentados em detrimentos aos gastos como estrutura de festa e terraplanagem. Impedimos o desvio de dinheiro público.
Porém, por diversas vezes apresentei alternativas para ajudar o prefeito a encontrar um rumo e mostrava possíveis saídas para a crise de gestão que nosso município vive atualmente. Sugeri ao Prefeito de nossa cidade: ativar e escutar os conselhos municipais, cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, respeitar o poder legislativo e procurar fazer valer o Consorcio Público Intermunicipal. Consorcio já existente, instrumento importantíssimo para municípios de pequeno porte, principalmente na área de saúde e manutenção da iluminação pública, como já comprovado em inúmeros exemplos no Brasil a fora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em reconhecimento ao nosso trabalho, foi convidado, como palestrante, ao Primeiro Congresso da União dos Vereadores de Pernambuco-UVP em 2017 e ao Legislativo Municipal de Olinda. Lutei pela instalação do aparelho de Raio X, foi escutado e o aparelho está em funcionamento.
Alerto constantemente para fazer valer a legislação, no sentido de garantir o pagamento em dia aos servidores municipais, de todos, principalmente dos inativos, ignorados e tratados como não prioridade  pelo prefeito, em detrimento a gastos ilegais com estrutura de festas e aluguel de maquinas e veículos de apoio.

Defendo a reabertura da Creche Marlene Feitosa, até agora o prefeito ignorou a importância da Creche, defendo também, a continuidade da obra da construção da Creche do Guarany/ Redenção, ambas tratadas como não prioridade pelo prefeito.

Denunciei a não cobrança pelo uso dos ônibus pelos estudantes universitários e dos cursos técnicos, ilegalidade aberrante, que o prefeito insiste em cobrar.
Desta forma, mostro que estou trabalhando desde o primeiro dia de mandato em defesa do povo de Custódia, prezando pela legalidade, correspondendo a confiança que recebi. E, o povo manifestando apoio ao meu trabalho, prova que estamos no caminho certo. Mais uma vez agradeço a Deus e a todos que me ajudaram a chegar até aqui. Sem temer aos obstáculos, em 2018, estarei pronto para fazer ainda mais.

O DESEMBARGADOR LEOPOLDO RAPOSO É HOMENAGEADO PELA CÂMARA DE VEREADORES DE CUSTÓDIA

 O Desembargador Leopoldo de Arruda Raposo, Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Custódia, que em Sessão Extraordinária realizada dia 22 de dezembro, que concedeu Titulo de Cidadão custodiense ao Desembargador. O Dr. Leopoldo Raposo, com uma brilhante carreira como julgador, pelos relevantes serviços prestados a sociedade, e, em sua gestão como presidente, deu inicio a construção do novo Fórum na Comarca de Custódia. A honraria será entregue em Sessão Solene na Câmara de Vereadores de Custódia, dia 12 de janeiro e em seguida o Desembargador ira inaugurar o novo Fórum. Também na Sessão do dia 22 de dezembro, por iniciativa do Vereador Marcílio, o advogado Dr. Bruno Elizeu, homenageado com titulo de cidadão custodiense.

 

Em 19 de julho de 2016, em visita á Custódia, para formalizar a construção do novo Fórum, estiveram o Presidente do TJ, com o núcleo de engenharia do TJ, o Juiz da comarca do município a época, Dr. Paulo Rodrigo de Oliveira Maia. bem como o Prefeito a época, Luiz Carlos, Cristiano Dantas, Dr. Bruno Elizeu, Chico Elizeu e do Secretário de Administração José Sergio de Araújo.

NOVA LEI PARA QUEM MATA NO TRÂNSITO SOB EFEITO DE ÁLCOOL: AVANÇAMOS DE FATO?

Não poderia ter sido maior a repercussão da Lei 13.546, sancionada pelo presidente Michel Temer semana passada e que endurece as punições para os motoristas que cometem crimes de trânsito sob efeito de álcool ou drogas, ou estão envolvidos em pegas. De fato, houve um avanço: a pena passou a ser prisão (antes era detenção, agora é reclusão) e aumentou para de cinco a oito anos nos casos de homicídio. Quando resultar em lesões corporais graves ou gravíssimas, novamente uma maior punição. Até aí tudo bem.

“Dirigir sob efeito de álcool, drogas, fazendo pega ou em alta velocidade são situações nas quais as pessoas deveriam ter consciência do que estão fazendo. E quando elas resultam em crimes, estes deveriam ser tratados como dolosos. Esse é o meu entendimento”,

Simíramis Queiroz, do Cetran-PE

De forma geral o entendimento é de que evoluímos na árdua tarefa de reduzir a impunidade historicamente associada aos crimes de trânsito, mesmo aqueles em que há o envolvimento de álcool, excesso de velocidade e imprudência ao volante. Só temos o que comemorar. Mas entre profissionais que lidam no dia a dia com a missão de colocar na prática a dúbia e muitas vezes permissiva legislação de trânsito, o texto da nova lei poderá funcionar melhor na teoria do que na prática. Por ter mantido a tipificação de culposo (sem intenção) para os homicídios no trânsito, o temor desses profissionais e especialistas é de que a decisão, de punir com prisão ou não, fique nas mãos da Justiça, como acontece atualmente. Ou seja, que a pena após o julgamento não seja tão dura como se espera e que a impunidade permaneça.

 

Em resumo: enquanto o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), agora, define uma pena de reclusão de cinco a oito anos para o homicídio culposo no trânsito (lembrando que apenas para aqueles que o praticam sob efeito de álcool/drogas ou fazendo pega), o Código Penal Brasileiro determina que a pena para o homicídio culposo é de detenção e pode ser substituída por uma prestação de serviços comunitários ou pagamento de cestas básicas, por exemplo. Ou seja, qual legislação será seguida?

A partir de agora não haverá mais necessidade de se aplicar o Código Penal para os homicídios no trânsito praticados por motoristas alcoolizados. Será utilizado o CTB. Agora, se o juiz não quiser usar o Código de Trânsito é outra coisa”,

Hugo Leal, deputado federal (PSB/RJ)

Para aumentar ainda mais o temor, ao sancionar a Lei 13.546 esta semana, a Presidência da República vetou o parágrafo 3º do Artigo 291 do texto original, que determinava que, embora o homicídio ao volante continuasse sendo definido como crime culposo, a pena não poderia ser transformada em prestação de serviços comunitários ou pagamento de cestas básicas. Ou seja, substituída pela chamada pena alternativa. Na justificativa do veto, a Presidência da República argumentou que a determinação não tinha sentido porque as penas mínimas previstas já eram de cinco anos, não se enquadrando mais no padrão de substituição do Código Penal. E que, por isso, o texto poderia gerar insegurança jurídica.

O entendimento de alguns profissionais é de que a nova lei deveria ter tipificado como doloso (intencional) o homicídio praticado por condutor de veículo automotor que está sob efeito de álcool/droga ou que tenha praticado pega. “Dirigir sob efeito de álcool, drogas, fazendo pega ou em alta velocidade são situações nas quais as pessoas deveriam ter consciência do que estão fazendo. E quando elas resultam em crimes, estes deveriam ser tratados como dolosos. Esse é o meu entendimento”, defende a presidente do Conselho Estadual de Trânsito de Pernambuco (Cetran), Simíramis Queiroz. Para a técnica, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) deveria tratar os homicídios com essas características como doloso e transferir a definição da pena para o Código Penal.

Esse temor encontra eco quando olhamos para os casos de mortes no trânsito. Hoje em dia, o andamento da punição para motoristas que matam no trânsito alcoolizados ou em excesso de velocidade depende única e exclusivamente da decisão da Justiça. A Polícia Civil pode indiciar o condutor pelo homicídio doloso (por dolo eventual) e o Ministério Público fazer a denúncia fundamentada no mesmo entendimento. Mas no fim, são os juízes das Varas do Júri que decidem se mantêm o entendimento de crime doloso ou o desclassificam para culposo.

Motorista que matou Isabela e Adriano por pouco não vai a julgamento por homicídio culposo.

Recentemente, tivemos um caso desses no Recife. A morte do casal de amigos Isabela Cristina e Adriano Francisco, esmagados na calçada por um motorista alcoolizado, em 2016, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, é um exemplo. Embora a Polícia Civil e o MPPE tenham indiciado e denunciado o caso como homicídio doloso (por dolo eventual), a Justiça tentou desclassificá-lo para culposo e evitar, assim, um julgamento por júri popular. Foi necessário uma decisão em segunda instância para desfazer a mudança.

OPINIÃO DIFERENTE
O deputado federal Hugo Leal (PSB/RJ), autor da Lei Seca, é um dos que enxerga a Lei 13.546 como um avanço, sem temor das possíveis interpretações jurídicas. “A partir de agora não haverá mais necessidade de se aplicar o Código Penal para os homicídios no trânsito praticados por motoristas alcoolizados. Será utilizado o CTB. Agora, se o juiz não quiser usar o Código de Trânsito é outra coisa”, defende. Na opinião do deputado, não haveria como ter inserido a tipificação de doloso para os homicídios no trânsito, mesmo naqueles em que o condutor estava embriagado ao volante. “A natureza dos crimes de trânsito sempre foi e sempre será culposa. Jamais dolosa porque ninguém pega uma carro e sai na rua querendo matar ou machucar outra pessoa, como acontece com uma arma. Não teria fundamento definir como doloso”, alerta.